
Nos últimos dias Renata, do blog Moda para usar, tocou num tema que nós já tínhamos conversado longamente outro dia no shopping: O problema da falta de padrão da modelagem de roupas e Tamanhos de roupas, a discussão continua.
A questão é mais séria do que parece e considero que uma das piores no Brasil é a pequena gama de tamanhos. Meu marido é alto e não muito magro, frequentemente ele fica sem tamanho disponível e desistimos da compra, indo para outra loja. Como a Renata, já tentei comprar roupas para o Gui na TNG e não consegui que nada desse certo, acabo sempre na Colombo, que tem uma gama maior de tamanho e cujo corte dá certo para ele.
No meu caso e da Renata, como podem ver na foto (acima, que tiramos outro dia no Shopping Eldorado), nós duas devemos ficar sempre meio fora dos manequins de lojas assim! Estar fora foi o que me fez começar a costurar quando eu era adolescente e muito magrinha - situação que já resolvi ganhando uns quilinhos! (risos)
Como a gente comentou outro dia, ainda falta à indústria brasileira adotar um padrão mais flexível, na minha opinião um baseado em medidas, não em tamanho.
No Japão as roupas são para determinada altura de peso (no caso de crianças e adolescentes) e na altura para os adultos. As calças têm medida de quadril e cintura, perfeito, quase dá para comprar sem provar! E ainda tem aquele detalhe da lingerie que te falei: medida de bust, underbust e três tamanhos de bojo. (Por falar nisto, Luiza e Renata fizeram posts sobre lingerie semana passada)
Será que um dia chegaremos lá?
P.S. Renata e eu comentamos que valeria a pena fazer uma pressão via blogs para que a indústria da moda perceba que está defasada e comece a ter critérios mais reais. Você topa tocar no assunto no seu blog? Quem sabe a Luiza, do Eu Capricho, nos conta se teve os mesmos problemas para comprar roupa pro querido Caio Brogui?
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