Um dos passeios que mais gosto de fazer, em especial nos dias de folga sem sol, é me perder num home center. Fazia isso até no Japão, que tem mega store para o lar em todo canto e onde me viciei antes de redes como a Leroy Merlin chegarem a Curitiba. São Paulo tem a mesma vocação e o tentador é que duas lojas ótimas ficam meio perto de casa. Pego a Salim Farah Maluf, vupt!, mal entro na Marginal Tietê e já estou na Etna. Há meses passava na frente da loja a caminho do Parque do Piqueri sem nunca ter entrado. Enfim, nesta quinta fui lá conferir tudo com calma, em busca de uma mesa nova para o home office, seguindo sugestão de um amigo. Achei a mesa ideal, estou medindo aqui e acho que até vou conseguir colocar duas mesas, formando quase um ambiente planejado. Vi na loja outras coisas bárbaras, com absolutamente tudo para o lar, dos micro aos macro detalhes e com preço bem interessante – para ter uma idéia, achamos que tinha preço de Casas Bahia e design de Tok Stok.
Mas a Tok Stok ainda é uma das minhas lojas favoritas, mesmo sendo um pouco mais cara. E ela é a outra loja grande que fica na Marginal, perto de casa, a caminho do Lar Center (outro paraíso para quem gosta de coisas para casa, onde tem a ótima Peg & Faça). Por que adoro a loja? Eles têm o cuidado de ficar antenados no que tem de bom no design brasileiro, trazendo novidades incríveis pinçadas nos concursos de que promovem, e ao mesmo tempo se mantendo muito atentos à tendência contemporânea internacional. E tudo isso com uma cara jovem, com o jeito de viver da minha geração e das mais novas também. Algumas soluções da Tok Stok para pequenos espaços me fazem pensar que meu apartamento, que tem quartos bem menores do que eu queria, é “normal” (risos).
Bem, ficam aqui estas duas dicas, já no ritmo mês das noivas e fazendo um esquenta para o que será dos lares depois que visitarmos a Casa Cor São Paulo.
P.S. Já que falei em me perder, deixo uma crítica à Etna. A loja é simpática, tem café e restaurante para uma pausa nas compras, mas não tem absolutamente nenhum telefone público dentro do seu terreno. E eu combinei com o Gui de nos encontrarmos lá naquele esquema: quando chegar, liga para o celular e digo onde estou. Acontece que esqueci o celular carregando em casa! Achar um telefone público para ligar para ele e avisar foi uma aventura: além de sair do labirinto que a loja é – feita para atravessarmos todos os setores antes de conseguir chegar aos caixas – eu tive que ir de um lado a outro para descobrir que só tinha telefone público na rua, lá fora, a mais de 100m do portão. Achei uma falta de respeito imensa! Pode ser que o público que queiram atender tenha poder aquisitivo elevado, mas ninguém está livre de um “esquecimento” como o meu! Resultado: não tive paciência de entrar de novo na loja para comprar a mesa! Viram como uma coisa simples pode significar muito no atendimento ao cliente?




