Cuequinhas para meninos antenados

Posted by Sam Shiraishi
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Tenho dois meninos em casa, um deles se achando “tween” - entre ser criança e adolescente - Seguindo as principais tendências da moda, a Coleção Mash. Bad Boy verão 2009 destaca o lançamento de peças com design arrojado, elaboradas em cotton, com forro 100% algodão, que traduzem atitude com muito conforto.

Recebi um release da coleção infantil Mash. Bad Boy verão 2009 com modelagens boxer e sungão, sempre com cores fortes e vibrantes. Os elásticos aparentes na cintura, que eles gostam de deixar aparecer na calça solta, com desenhos tribais e a logomarca. Disponíveis nos tamanhos de P a GG. Na cartela de cores, preto, vermelho, laranja, denim, chumbo e branco. Preço médio R$ 9,75.

Se seu filho já cresceu ou o maridão gosta do estilo, uma linha adulta vem com elásticos personalizados aparentes, recortes anatômicos e exclusivas estampas, com destaque para o elástico xadrez. Cores preto, branco, chumbo e vermelho - e para o modelo listrado com estampa que ocupa a lateral e a parte traseira, disponível nas cores preto e branco. Tamanhos P, M e GG. Preço médio R$ 17,45

Vestidos para festas de fim de ano

Posted by Sam Shiraishi
Categorized Under: haute couture, moda
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Já é hora de pensar no que vestir nas festas de fim de ano? Não sei, mas como é sempre uma delícia pensar em produções luxuosas, vamos lá. Estes três modelos recebi num release da assessoria do estilista Rodrigo Rosner, inspirados na sofisticação da realeza húngara e adaptada ao nosso clima tropical. 

A mistura do melhor da Europa com o melhor do Brasil resulta em modelos ideais para quem não abre mão da elegância nem do conforto. Para chegar a esse resultado, Rodrigo faz uso de tecidos de qualidade, como a seda e os derivados georgette de seda e chiffon. Modelos tomara-que-caia e com cortes modernos, até levemente assimétricos, têm o frescor necessário para a estação. As saias são amplas e têm a cintura marcada, trazendo jovialidade às criações. Outro ponto interessante das criações de Rosner é o uso das plumas. São elas as responsáveis pelo glamour das peças. Os babados aparecem como uma marca de brasilidade dos vestidos, com muita graça e movimento.

Rodrigo Rosner é formado em administração de empresas pela Faap, curso de moda do Senac-Esmod e também cursos livres de moda na Central Saint Martins, College of Art and Design, em Londres, ECA e MAM, de São Paulo. Desde os 17 anos, trabalha na área de criação de moda, iniciando seus trabalhos na empresa de sua família, o Atelier Parisiense, que foi fundada em 1949 pelos avós que vieram da Hungria. 

A mesma teve papel importante no mercado de moda nas décadas de 60 e 70, e nos anos 80 chegou a representar e confeccionar para Gucci e Gui Laroche aqui no Brasil. Na década de 90, quando começou iniciou produção para coleções de atacado e multimarcas, também desenvolveu peças para Patachou, Le Lis Blanc, Huis Clos e Maria Garcia, Chocolate, Claudeteedeca, Daslu e Alcaçuz.

Sonho de consumo

Posted by Sam Shiraishi
Categorized Under: Decoração, design
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Chaise Longue by Le Corbusier (1929)
Chaise Longue - Le Corbusier

Diversão no verão

Posted by Sam Shiraishi
Categorized Under: calçados, moda, verão
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Recebi há pouco uma encomenda aqui em casa: uma sacola bonitinha que continha um par de raquetes de frescobol de madeira e um catálogo de calçados.  Inusitado e simpático. Uma raquete era azul com símbolo masculino e outa amarela com símbolo feminino, numa alusão à campanha: “Faça como a Primavera. Encontre seu Verão”.

Tratava-se da nova coleção da Paquetá, uma marca de calçados que conheço por minha mãe (ela é quase uma personagem de seriado, de tanto que gosta de bolsas e calçados bonitos), mas a coleção agradaria mais a mim, pois aposta nas cores terrosas como forte tendência da estação. Bege, marrom, offwhite, marfim, café e areia são as cores que vi no catálogo, numa contraposição às cores vibrantes de 2007/08 (lembram-se do roxo e do azul bic?). Dourado e prateado continuam aparecendo, sobrevida que me surpreende. 

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O verão promete. Saltos de todos os tamanhos (rasteirinhas, plataformas, médios e altos) e uma coisa que eu pessoalmente gosto: saltos em madeira, juta, cortiça e palha. Comprei uma sandália assim há um mês na Renner, imitando couro de cobra (o que quer dizer que tem as cores terrosas) e salto de madeira bem estável. Adorei, achei um coringa, combina com muita coisa, de vestido a calça jeans. Ontem estive no shopping para comprar umas roupinhas para esta semana (vou a tantos eventos onde encontro a mesma parte da blogosfera que não dá para repetir tanto as coisas, fica meio chato) e vi uma sandália “gladiadora” na Collins (nem sabia que vendiam calçados lá) e achei linda com as tiras amarradas no tornozelo e na perna, mas lembrei de uma recomendação da Renata Ruiz no Moda para usar sobre o uso desta sandália - definitivamente não tenho pernas longas o suficiente, pena!

Mas dá para usar anabela e fingir que eu cresço um pouco. As anabelas aparecem com estampas, florais e xadrez, além dos que imitam peles. O que vai estar no seu pé neste verão?

Já que falei de catálogo, embora não tenha muito a ver, quero comentar um catálogo lindo que recebi outro dia. É da chemiserie (o site é chatinho, pois só pode ser visualizado com usuário e senha, mas os looks são bonitos) e as camisas de lá foram inspiração das compras que fiz ontem. ;) Li um texto da Gloria Kahlil que falava exatamente do visual com camisas, vale conferir aqui.

Móveis ecologicamente corretos

Posted by Sam Shiraishi
Categorized Under: Decoração
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Recebi agora um release da Insider2 que uma marca de móveis planejados, a Criare, está lançando hoje novas coleções 30% mais baratas e ecologicamente corretas. 

Interessante, além do preço e do lado ecológico, que pesam para mim, é notar que há muito revestimento de paredes também. Portas, tamponamentos e painéis para revestir paredes reproduzem a madeira encontrada na natureza, mas com um custo 30% menor para o consumidor final, se comparado com o valor da madeira natural.

“A matéria prima básica que utilizamos e a escolha dos nossos parceiros e fornecedores foi realizada com base em critérios do que é ecologicamente correto”, explica a arquiteta Marne Schwab.

A economia vai além, o que me fez ter simpatia. Segundo Marne, há integração de cores novas dos lançamentos com as já existentes. “É uma forma de oferecer mais opções ao consumidor da marca, possibilitando um maior número de combinações na decoração. E todas sempre harmoniozas”.

As linhas são jacarandá, mediterrâneo, teca e milano.

* Crédito das imagens: Abruzzo Revolux

Maquiagem nossa de cada dia

Posted by Sam Shiraishi
Categorized Under: maquiagem
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Será que usamos maquiagem todo dia? É pouco ou é exagerado? Li agora via google reader um post da Cyn Cardoso sobre sua experiência na Itália, onde as mulheres se maquiam demais. Ela lembrou alguns fatos e no final dizia:

Não mudei meu jeito de ser, nem passei a me vestir como elas. Mas pra dar uma sacudida na minha auto-estima já tão pisoteada, passei a observar o que a cultura deles podia ter de melhor. E assim resgatei o ritual de maquiagem antes de sair de casa. Sem exageros, como fazia antes no Brasil e cheguei a inspirar amigas!

Este simples ato me ajudou bastante a me sentir mais bonita. Apenas realçando o que mais gosto em mim, meus olhos.Corretivo + lápis preto + máscara preta para cílios. Vez ou outra uma sombra discreta. 

Lembrei da minha experiência no Japão. Lá sair sem maquiagem é ser muito relaxada. Os homens comentam algo como “esta mulher é meio porca, saiu de cara lavada”. Assim, por força do trabalho (ser repórter num país assim e não se arrumar não combina) e da minha vaidade assumida, acostumei a usar maquiagem para trabalhar. Mas aqui no Brasil não tinha este hábito, era um lápis no olho e batonzinho, só, como a Cyn conta que via nas colegas de trabalho em Brasília. Será que nós brasileiras deixamos nossa vaidade correr solta em outras áreas e esquecemos desta? Ou é por conta do clima? Sempre que me pergunto se o clima quente pesa (porque a maquiagem literalmente derrete), lembro que aqui, por outro lado, as mulheres adoram cabelos enormes! 

Não quero listar os motivos para se maquiar ou não. Sei que pode ser uma coisa muito boa para auto-estima e faz bem estar perto de gente bonita, cheirosa, arrumada - mas sem exageros. 

E acho que este tema pode e deve ser tema de papo de mulher, sem medo de parecermos alienadas. Ainda conto com dicas e trocas de idéias com minhas irmãs, amigas e até desconhecidas antes de comprar maquiagem. Outro dia eu peguei ônibus e uma moça ao meu lado passava o que parecia ser um corretivo na face toda. Não resisti e perguntei o que era e descobri que era uma base da Avon. Dias depois achei para vender e comprei, ficou como coringa para situações (espinhas e olheiras) de emergência, porque é fácil de passar e deixa um aspecto natural.

E você, como lida com a maquiagem nossa de cada dia? 

P.S. A imagem é da campanha da Boticário “Acredite na  beleza” citada pela Cyn. Escrevi dois posts - Mulher, mídia e consumo  e Que padrão de beleza é este? - sobre a ditadura da beleza e não posso deixar de concordar com alguns pontos levantados por ela.

“não acredito na pratica de julgarmos uns aos outros pelas aparências, vestuário e cultura. Acredito na diversidade, em valorizar o que somos e o que temos à oferecer e acima de tudo no respeito mutuo. Se cuidar, se amar, sem nos supervalorizarmos. Sem dar valor demasiado à vaidade. Saber medir. Saber diferenciar. Saber respeitar as diferenças e não fazer com que outra pessoa se sinta inferior a você pelo simples fato de ser diferente. Porque, at the end of the day*, o que conta realmente é quem você é, o que tem dentro de si, mas nem por isso devemos nos descuidar do nosso exterior.”